{"id":1805,"date":"2018-09-06T10:34:59","date_gmt":"2018-09-06T13:34:59","guid":{"rendered":"https:\/\/belavistaflorestal.com.br\/recomendacoes-de-plantio-para-cedro-australiano-versao-mudas-clonais-3-0\/"},"modified":"2018-09-10T14:16:09","modified_gmt":"2018-09-10T17:16:09","slug":"recomendacoes-de-plantio-para-cedro-australiano-versao-mudas-clonais-3-0","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/belavistaflorestal.com.br\/en\/recomendacoes-de-plantio-para-cedro-australiano-versao-mudas-clonais-3-0\/","title":{"rendered":"Recomenda\u00e7\u00f5es de plantio para cedro australiano &#8211; Vers\u00e3o Mudas Clonais 3.0"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_column_text]\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Autores:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Erika Steinmetz Vilela \u2013 Eng. Agr\u00f4noma \u2013 Bela Vista Florestal<\/em><br \/>\n<em>Eduardo de Castro Stehling \u2013 Bi\u00f3logo &#8211; Bela Vista Florestal<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Agradecimentos:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Prof. Ant\u00f4nio Eduardo Furtini Netto<\/em><br \/>\n<em>Prof. Edson Amp\u00e9lio Pozza<\/em><br \/>\n<em>Raquel Oliveira Batista<\/em><\/p>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space]<h3 class=\"vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl wpex-text-center\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block\">Aviso aos Leitores<\/span><\/h3>[vc_empty_space][vc_column_text]\n<ul>\n<li>Para o plantio de mudas de sementes, procure pelas Recomenda\u00e7\u00f5es de plantio para cedro australiano &#8211; mudas seminais.<\/li>\n<li>As informa\u00e7\u00f5es presentes nesta recomenda\u00e7\u00e3o de plantio s\u00e3o fruto de um extenso trabalho de pesquisa cient\u00edfica e de informa\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas j\u00e1 verificadas e testadas na cultura.<\/li>\n<li>Tais recomenda\u00e7\u00f5es devem ser consideradas apenas como uma refer\u00eancia gen\u00e9rica para o manejo da fertilidade do solo para o cedro australiano.<\/li>\n<li>Consideramos fundamental o apoio de um t\u00e9cnico qualificado para orientar e executar as informa\u00e7\u00f5es aqui propostas, assim como efetuar os ajustes nas doses dos nutrientes quando necess\u00e1rio, em fun\u00e7\u00e3o dos resultados de an\u00e1lise de solo da \u00e1rea a ser plantada e do crescimento das plantas.<\/li>\n<li>Entendemos que para a obten\u00e7\u00e3o de produtividade superior na cultura do cedro australiano, os tratos culturais devem se estender at\u00e9 o quarto ano ap\u00f3s o plantio, per\u00edodo este que consideramos como \u201cimplanta\u00e7\u00e3o\u201d.<\/li>\n<\/ul>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<h3 class=\"vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl wpex-text-center\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block\">Conte\u00fado<\/span><\/h3>[vc_empty_space][vc_column_text]\n<ul>\n<li><a href=\"#a-especie\">1. A ESP\u00c9CIE<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#praticas-culturais-pre-plantio\">2. PR\u00c1TICAS CULTURAIS\u00a0PR\u00c9-PLANTIO<\/a>\n<ul>\n<li><a href=\"#escolha-da-area\">2.1. ESCOLHA DA \u00c1REA<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#preparo-do-solo\">2.2. PREPARO DO SOLO<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><a href=\"#plantio\">3. PLANTIO<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#recomendacoes-de-calagem-e-adubacao\">4. RECOMENDA\u00c7\u00d5ES DE CALAGEM E ADUBA\u00c7\u00c3O<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#controle-de-pragas\">5. CONTROLE DE PRAGAS<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#outras-consideracoes\">6. OUTRAS CONSIDERA\u00c7\u00d5ES<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#aspectos-fundamentais-para-ter-sucesso-no-cultivo-do-cedro-australiano\">7. RESUMO: ASPECTOS FUNDAMENTAIS PARA TER SUCESSO NO CULTIVO DO CEDRO AUSTRALIANO<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#cronograma-de-atividades\">8.CRONOGRAMA DE ATIVIDADES<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#fotografias-de-plantios-de-cedro-australiano-em-diferentes-idades\">9. FOTOGRAFIAS DE PLANTIOS DE CEDRO AUSTRALIANO EM DIFERENTES IDADES<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#literatura-consultada\">10. LITERATURA CONSULTADA<\/a><\/li>\n<\/ul>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;1758&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][vc_column_text]\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Fuste de \u00e1rvore de Cedro Australiano aos 7 anos de idade em Campo Belo, MG.<\/em><\/p>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row el_id=&#8221;a-especie&#8221;][vc_column]<h3 class=\"vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl wpex-text-center\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block\">1. A Esp\u00e9cie<\/span><\/h3>[vc_empty_space][vc_column_text]O Cedro Australiano (Toona ciliata var. australis) \u00e9 uma esp\u00e9cie florestal ex\u00f3tica. Ela ocorre do sudeste da \u00c1sia (Paquist\u00e3o, \u00cdndia, Mal\u00e1sia e sul da China) at\u00e9 o continente australiano, distribu\u00edda principalmente na costa leste da Austr\u00e1lia. No Brasil, as condi\u00e7\u00f5es edafoclim\u00e1ticas favoreceram o estabelecimento dos primeiros plantios em meados da d\u00e9cada de 70, com a dissemina\u00e7\u00e3o do cultivo aos pequenos produtores ocorrendo no final da d\u00e9cada de 80.<\/p>\n<p>O incremento m\u00e9dio anual da esp\u00e9cie tem potencial para atingir 30 m\u00b3\/ha\/ano, dependendo das condi\u00e7\u00f5es de implanta\u00e7\u00e3o, solo, clima, precipita\u00e7\u00e3o e tratos culturais adequados. \u00c9 considerada uma \u00e1rvore de grande porte, sendo que as \u00e1rvores selecionadas no final do ciclo de cultivo (15 anos) atingem aproximadamente 20 m de altura e 40 cm de di\u00e2metro \u00e0 altura do peito. Um estudo recente realizado na UFLA (Universidade Federal de Lavras) usando \u00e1rvores de 18 anos de idade vindas da regi\u00e3o de Venda Nova do Imigrante &#8211; ES, gerou resultados importantes sobre o rendimento da esp\u00e9cie. Em<\/p>\n<p>m\u00e9dia foram obtidas por \u00e1rvore 3,9 toras de cerca de 2,80 m de comprimento, sendo o volume m\u00e9dio de madeira serrada por \u00e1rvore de 0,8446 m3, com di\u00e2metro m\u00e9dio das toras de 29,1 cm. A esp\u00e9cie \u00e9 indicada principalmente para movelaria, laminados, forros, molduras, uso naval e confec\u00e7\u00e3o de instrumentos musicais. Novos estudos mostram tamb\u00e9m sua viabilidade na confec\u00e7\u00e3o de pain\u00e9is de madeira processada.<\/p>\n<p>A esp\u00e9cie \u00e9 semelhante ao cedro brasileiro (Cedrela fissilis) e ao mogno brasileiro (Swietenia macrophylla), mas tem como grande vantagem a resist\u00eancia ao ataque da broca do ponteiro (Hypsipyla grandella), que ocasiona perda do fuste e preju\u00edzos \u00e0 madeira, desvalorizando\u2013a no mercado e inviabilizando sua produ\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma esp\u00e9cie bastante exigente em nutrientes e n\u00e3o tolera solos \u00e1cidos. Devido a esta particularidade,<\/p>\n<p>\u00e9necess\u00e1rio realizar j\u00e1 no primeiro ano a corre\u00e7\u00e3o de solo, aduba\u00e7\u00e3o de plantio e duas a tr\u00eas aduba\u00e7\u00f5es de cobertura.<\/p>\n<p>O objetivo desta cartilha \u00e9 informar aos produtores sobre as pr\u00e1ticas a serem adotadas no plantio e primeiro ano da implanta\u00e7\u00e3o da cultura do Cedro Australiano.[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1760&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1761&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][\/vc_column][vc_column][vc_column_text]\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Fuste de \u00e1rvore de Cedro Australiano aos 7 anos de idade em Campo Belo, MG.<\/em><\/p>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row el_id=&#8221;praticas-culturais-pre-plantio&#8221;][vc_column]<h3 class=\"vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl wpex-text-center\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block\">2. Praticas Culturais Pr\u00e9-plantio<\/span><\/h3>[vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row el_id=&#8221;escolha-da-area&#8221;][vc_column]<h3 class=\"vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl wpex-text-left\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block\">2.1. ESCOLHA DA \u00c1REA<\/span><\/h3>[vc_empty_space][vc_column_text]Para a escolha da \u00e1rea onde ser\u00e1 implantada a cultura recomenda-se aten\u00e7\u00e3o aos seguintes itens:<\/p>\n<ul>\n<li>\u00c1reas pr\u00f3ximas a estradas s\u00e3o mais indicadas por facilitarem as opera\u00e7\u00f5es de plantio e colheita. EVITE \u00e1reas de dif\u00edcil acesso.<\/li>\n<li>Evite o plantio em regi\u00f5es com precipita\u00e7\u00e3o inferior a 1.300 mm de chuva por ano.<\/li>\n<li>Solos corrigidos s\u00e3o recomendados para o plantio do cedro australiano.<\/li>\n<li>N\u00c3O PLANTE em solos \u00e1cidos.<\/li>\n<li>Escolha \u00e1reas bem drenadas para o plantio.<\/li>\n<li>EVITE o plantio em \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o permanente &#8211; APP (entorno de nascentes, margens de cursos d&#8217;\u00e1gua, topos de morros, \u00e1reas com declividade acentuada): al\u00e9m desta pr\u00e1tica ir contra a legisla\u00e7\u00e3o, a esp\u00e9cie<\/li>\n<li>N\u00c3O TOLERA o ambiente encharcado t\u00edpico das margens dos rios.<\/li>\n<li>EVITE solos compactados, arenosos e de baixa fertilidade. Solos argilosos e de maior fertilidade s\u00e3o os mais adequados.<\/li>\n<li>Escolha solos sem pedras ou cascalho. Mesmos solos pouco pedregosos n\u00e3o s\u00e3o recomendados, pois representam um impedimento para o desenvolvimento das ra\u00edzes.<\/li>\n<li>Verifique se a \u00e1rea possui SOLOS PROFUNDOS. Forma\u00e7\u00f5es rochosas na camada subsuperficial agem como impedimento e podem comprometer tamb\u00e9m a sustenta\u00e7\u00e3o das \u00e1rvores.<\/li>\n<li>O cedro \u00e9 sens\u00edvel a geadas fortes e constantes. EVITE \u00e1reas com hist\u00f3rico de geadas ou chuvas de granizo peri\u00f3dicas.<\/li>\n<\/ul>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row local_scroll_id=&#8221;preparo-do-solo&#8221;][vc_column]<h3 class=\"vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl wpex-text-left\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block\">2.2. PREPARO DO SOLO<\/span><\/h3>[vc_empty_space][vc_column_text]O sistema de cultivo recomendado \u00e9 o de menor revolvimento do solo, com pr\u00e1ticas conservacionistas nas quais procura-se manter o solo sempre coberto por plantas em desenvolvimento e por res\u00edduos vegetais. Essa cobertura tem por finalidade proteg\u00ea-lo do impacto das gotas de chuva, do escorrimento superficial e da eros\u00e3o h\u00eddrica e e\u00f3lica.<\/p>\n<div id=\"id8_2_2\">\n<p class=\"p63 ft39\">\n<\/div>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_column_text]Ap\u00f3s a escolha da \u00e1rea, amostras de solos devem ser coletadas ainda no per\u00edodo de estiagem, nas profundidades de 0-20 e 20-40 cm e as amostras compostas de cada profundidade devem ser encaminhadas para as seguintes an\u00e1lises:<\/p>\n<div id=\"id8_2_2\">\n<p class=\"p63 ft39\">\n<\/div>\n[\/vc_column_text][vc_column_text]\n<table border=\"1px\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><strong>Profundidade<\/strong><\/td>\n<td><strong>An\u00e1lise<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>0-20cm<\/td>\n<td>Fertilidade (V%, H+Al e Al), mat\u00e9ria 0-20 cm org\u00e2nica, Enxofre (S), micronutrientes (B, Cu e Zn) e textura.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>20-40cm<\/td>\n<td>Fertilidade (V%, H+Al e Al), textura<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<div id=\"id8_2_2\">\n<p class=\"p63 ft39\">\n<\/div>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1763&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][vc_column_text]\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Formigas sa\u00fava cortando mudas rec\u00e9m\u00a0<\/em><em>plantadas de Cedro Australiano.<\/em><\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Antes do plantio, proceda ao controle de plantas invasoras (atrav\u00e9s da capina, ro\u00e7ada ou controle qu\u00edmico).<\/p>\n<p>O combate a formigas e cupins deve ser iniciado antes do plantio, e continuar por pelo menos 18 meses. O cuidado constante com este combate \u00e9 uma pr\u00e1tica fundamental para o sucesso da forma\u00e7\u00e3o da lavoura.<\/p>\n<p class=\"p61 ft41\">Em \u00e1reas com declive o plantio deve ser realizado em curvas de n\u00edvel para evitar a eros\u00e3o do solo, que pode prejudicar o crescimento das mudas. Quando o declive for acentuado, o coveamento deve ser feito alinhado morro a baixo, facilitando desbastes e a remo\u00e7\u00e3o das \u00e1rvores no corte.<\/p>\n<p class=\"p62 ft31\">Pr\u00e1ticas de queimada do material vegetal obtido na ro\u00e7ada devem ser evitadas.<\/p>\n<p class=\"p63 ft41\">Em \u00e1reas com compacta\u00e7\u00e3o do solo nas camadas mais profundas, a pr\u00e1tica da subsolagem a uma profundidade m\u00ednima de\u00a060-70\u00a0cm deve ser empregada.<\/p>\n<p class=\"p64 ft41\">As diversas formas de preparo de uma \u00e1rea dependem da viabilidade de mecaniza\u00e7\u00e3o: \u00e1reas n\u00e3o mecaniz\u00e1veis devem ser coveadas; \u00e1reas m e ca n i z\u00e1ve i s d e ve m s e r p re p a ra d a s preferencialmente com um subsolador florestal, sendo o sulcador a segunda alternativa. A profundidade m\u00ednima atingida no preparo do solo deve ser de 40 cm.<\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1765&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1766&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1767&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1768&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][\/vc_column][vc_column][vc_column_text]\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Preparo do terreno com subsolador florestal, Campo Belo, MG.<\/em><\/p>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]\n<p class=\"p64 ft41\">As covas devem ter as dimens\u00f5es de pelo menos 40 cm de altura x 40 cm de largura x 40 cm de comprimento.<\/p>\n<div id=\"id8_2_1\">\n<p class=\"p62 ft44\">Os ESPA\u00c7AMENTOS comumente adotados s\u00e3o o\u00a0<span class=\"ft42\">3X3 m\u00a0<\/span>(9 m<span class=\"ft43\">2<\/span>\/planta, 1111 plantas\/ha), o\u00a0<span class=\"ft42\">3X4 m\u00a0<\/span>(12 m<span class=\"ft43\">2<\/span>\/planta, 833 plantas\/ha) e o\u00a0<span class=\"ft42\">3,5X3,5 m\u00a0<\/span>(12,25 m<span class=\"ft43\">2<\/span>\/planta, 816 plantas\/ha). N\u00e3o s\u00e3o recomendados espa\u00e7amentos menores do que 9 m<span class=\"ft45\">2\u00a0<\/span>por planta e maiores que 13 m<span class=\"ft45\">2<\/span>\/planta, devido a intensidade de desbastes no futuro e aus\u00eancia de testes em espa\u00e7amentos maiores.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"id8_2_2\">\n<p class=\"p63 ft39\">O uso de herbicida\u00a0pr\u00e9-emergente\u00a0sobre as covas ou sulcos antes do plantio auxilia no combate inicial de plantas daninhas, reduzindo com isso as opera\u00e7\u00f5es de capina.<\/p>\n<\/div>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;1764&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][vc_column_text]\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Preparo do solo para o plantio de Cedro Australiano, Campo Belo, MG.<\/em><\/p>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row el_id=&#8221;plantio&#8221;][vc_column]<h2 class=\"vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl wpex-text-center\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block\">3. O Plantio<\/span><\/h2>[vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_column_text]O padr\u00e3o das mudas para o plantio s\u00e3o aquelas com ra\u00edzes claras e bem formadas; substrato bem agregado; caule com pelo menos 3mm de di\u00e2metro; no m\u00ednimo 3 pares de folhas sadias e bem desenvolvidas. Al\u00e9m dos aspectos de qualidade das mudas a serem plantadas, o cadastramento no Minist\u00e9rio da Agricultura e a idoneidade do viveiro s\u00e3o fatores que colaboram\u00a0para o sucesso do reflorestamento.[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1771&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][vc_column_text]\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Muda de Cedro Australiano.<\/em><\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]O plantio deve ser realizado logo ap\u00f3s a chegada das mudas na propriedade. Se as mudas precisarem aguardar por algum tempo antes de serem plantadas, por exemplo, em caso de veranicos, \u00e9 altamente recomendada a constru\u00e7\u00e3o de um viveiro de espera a pleno sol. Trata-se de uma estrutura simples que garante o correto armazenamento das plantas, facilitando a irriga\u00e7\u00e3o e promovendo o arejamento das mesmas, al\u00e9m de evitar o contato das ra\u00edzes com o solo.<\/p>\n<p>O preparo das mudas para o plantio come\u00e7a com a poda do excesso de ra\u00edzes na extremidade do tubete. Em seguida, \u00e9 indicado o tratamento das ra\u00edzes contra cupins atrav\u00e9s da imers\u00e3o dos tubetes em solu\u00e7\u00e3o preparada para esta finalidade. Ap\u00f3s a imers\u00e3o e encharcamento do substrato, as mudas podem ser retiradas dos tubetes e plantadas.[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1772&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1773&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][\/vc_column][vc_column][vc_column_text]\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Viveiro de espera para receber e armazenar as mudas at\u00e9 o momento de plantio.<\/em><\/p>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1774&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][vc_single_image image=&#8221;1775&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][vc_column_text]\n<div id=\"id9_4\">\n<div id=\"id9_4_1\">\n<p class=\"p3 ft22\"><em>Retirada da muda do tubete e marca\u00e7\u00e3o das covas (chucho + bambu 2m).<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1776&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][vc_column_text]\n<div id=\"id9_4\">\n<div id=\"id9_4_1\">\n<p><em>O plantio \u00e9 feito com aux\u00edlio de um \u201cchucho\u201d, e gal\u00f5es de 50 L abertos na lateral, usados para o transporte das mudas em campo.<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/3&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1779&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/3&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1778&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/3&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1777&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][\/vc_column][vc_column][vc_column_text]\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Muda com raiz exposta, muda afogada e muda nivelada antes do plantio, respectivamente.<\/em><\/p>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]As mudas devem ser plantadas com a parte de cima do torr\u00e3o nivelada ao solo, sem exposi\u00e7\u00e3o do sistema radicular. Tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio evitar que fique terra sobre o caule da muda. Esta medida \u00e9 importante pois evita o afogamento das mudas e problemas de queima de coleto.<\/p>\n<p>O plantio deve ocorrer de prefer\u00eancia no per\u00edodo chuvoso, que se estende de outubro at\u00e9 fevereiro na regi\u00e3o sudeste. Irriga\u00e7\u00f5es peri\u00f3dicas s\u00e3o recomendadas durante veranicos e plantios tardios. Ser\u00e1 necess\u00e1rio acompanhar as mudas para verificar a necessidade e o per\u00edodo.[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/3&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1782&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/3&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1780&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/3&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1781&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][\/vc_column][vc_column][vc_column_text]\n<p class=\"p3 ft22\" style=\"text-align: center;\"><em>A muda \u00e9 colocada na coveta aberta pelo \u201cchucho\u201d, deixando a parte de cima do substrato\u00a0<\/em><em>nivelada com o solo. Com o p\u00e9 o funcion\u00e1rio conclui o plantio.<\/em><\/p>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]N\u00e3o \u00e9 recomendado a realiza\u00e7\u00e3o de plantios fora da esta\u00e7\u00e3o chuvosa, devido ao alto risco de mortalidade e a impossibilidade de realiza\u00e7\u00e3o dos tratos culturais. Caso seja realizado fora da esta\u00e7\u00e3o chuvosa, ser\u00e1 necess\u00e1ria estrutura para irriga\u00e7\u00f5es peri\u00f3dicas no per\u00edodo inicial de desenvolvimento das mudas, especialmente durante o 1\u00ba m\u00eas ap\u00f3s o plantio.[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1785&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1784&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][\/vc_column][vc_column][vc_column_text]\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Irriga\u00e7\u00e3o de mudas rec\u00e9m plantadas.<\/em><\/p>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]O uso de herbicidas oferece s\u00e9rios riscos \u00e0 cultura do Cedro Australiano, resultando em alguns casos na perda do plantio. N\u00e3o se recomenda a utiliza\u00e7\u00e3o de glifosato em lavouras desta esp\u00e9cie, especialmente no 1\u00ba ano. Herbicidas produzidos com haloxifope possuem a\u00e7\u00e3o seletiva ao Cedro Australiano, reduzindo significativamente os riscos de sua utiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Sempre realize controle de plantas invasoras antes das aduba\u00e7\u00f5es.[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1788&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1787&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][\/vc_column][vc_column][vc_column_text]\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Controle de plantas invasoras na linha de plantio: ro\u00e7adeira costal e capina manual pr\u00f3ximo ao caule para evitar les\u00f5es na muda.<\/em><\/p>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;1786&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][\/vc_column][vc_column][vc_column_text]\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Controle de plantas invasoras na entre linha com ro\u00e7adeira.<\/em><\/p>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row el_id=&#8221;recomendacoes-de-calagem-e-adubacao&#8221;][vc_column]<h2 class=\"vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl wpex-text-center\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block\">4.Recomenda\u00e7\u00f5es de calagem e aduba\u00e7\u00f5es<\/span><\/h2>[vc_empty_space][vc_column_text]Estudos conduzidos na UFLA e em outras insitui\u00e7\u00f5es, permitem fazer algumas recomenda\u00e7\u00f5es de plantios para esp\u00e9cies florestais. Para o Cedro Australiano, v\u00e1rios trabalhos v\u00eam sendo realizados buscando informa\u00e7\u00f5es mais consistentes sobre o manejo da esp\u00e9cie, visando o seu bom desenvolvimento.<\/p>\n<p>Deve-se ter o cuidado de n\u00e3o generalizar para o Cedro Australiano as recomenda\u00e7\u00f5es de aduba\u00e7\u00e3o adotadas em outras culturas (eucalipto, por exemplo), pois s\u00e3o esp\u00e9cies distintas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 demanda de fertilidade e nutri\u00e7\u00e3o de plantas.<\/p>\n<p>A calagem deve ser feita em \u00e1rea total. \u00c9 indicado o uso do calc\u00e1rio dolom\u00edtico (&gt; 12% de MgO) visando elevar a satura\u00e7\u00e3o por bases para 60% na camada de 0-20 cm. A an\u00e1lise de solo da camada de 20-40 cm ir\u00e1 definir a necessidade ou n\u00e3o da aplica\u00e7\u00e3o do gesso. Em \u00e1reas n\u00e3o mecaniz\u00e1veis recomenda-se a dose de 200 gramas de calc\u00e1rio e\/ou gesso por cova. Consulte um t\u00e9cnico qualificado antes de usar qualquer corretivo ou fertilizante.[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1790&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1791&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][\/vc_column][vc_column][vc_column_text]\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Experimentos sobre nutri\u00e7\u00e3o com plantas de Cedro Australiano, em laborat\u00f3rio e em campo.<\/em><\/p>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]A aduba\u00e7\u00e3o de plantio consiste da aplica\u00e7\u00e3o de 350 gramas por cova de superfosfato simples como fonte de f\u00f3sforo e enxofre, sendo este \u00faltimo um nutriente limitante ao desenvolvimento da cultura. Esta aplica\u00e7\u00e3o deve ser efetuada de uma \u00fanica vez, por ocasi\u00e3o do plantio.<\/p>\n<p>Em geral utiliza-se tamb\u00e9m um fosfato de menor reatividade (29% de f\u00f3sforo total, 9% sol\u00favel) no fundo da cova ou sulco de plantio. Neste caso, a dose sugerida \u00e9 de 250 gramas por planta.<\/p>\n<p>As aduba\u00e7\u00f5es de cobertura devem ser parceladas em pelo menos tr\u00eas vezes, aos 30, 60 e 90 dias ap\u00f3s o plantio, de prefer\u00eancia em dias chuvosos, com a aplica\u00e7\u00e3o de uma dose m\u00e9dia de 50 gramas de 20-00-20 por cova (em cada aduba\u00e7\u00e3o), totalizando 150 gramas do produto ao final da 3\u00aa aduba\u00e7\u00e3o. Embora o pot\u00e1ssio seja um nutriente que tem apresentado menores respostas nos trabalhos conduzidos at\u00e9 o momento em condi\u00e7\u00f5es de campo, em fun\u00e7\u00e3o da pobreza natural dos nossos solos no nutriente e considerando que se planeja a cultura para um per\u00edodo longo de tempo, sugere-se sua aplica\u00e7\u00e3o junto com a aduba\u00e7\u00e3o nitrogenada atrav\u00e9s do formulado acima recomendado, de maneira a se prevenir sua defici\u00eancia.<\/p>\n<p>\u00c9 recomendada tamb\u00e9m a aplica\u00e7\u00e3o de micronutrientes (em geral FTE Br 12 ou equivalente) na quantidade de 10 gramas por planta at\u00e9 o final do per\u00edodo chuvoso. EVITE pulveriza\u00e7\u00f5es foliares ou outras fontes de micronutrientes.[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row el_id=&#8221;controle-de-pragas&#8221;][vc_column]<h2 class=\"vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl wpex-text-center\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block\">5. O psil\u00eddeo branco<\/span><\/h2>[vc_empty_space][vc_column_text]O Psil\u00eddeo branco \u00e9 um inseto que dependendo da situa\u00e7\u00e3o, pode trazer danos a cultura do cedro australiano. Uma grande popula\u00e7\u00e3o deste inseto no campo pode causar redu\u00e7\u00e3o do crescimento das plantas e aumento de brota\u00e7\u00f5es. Os materiais clonais de cedro australiano apresentam resist\u00eancia em diferentes n\u00edveis contra o psil\u00eddeo branco, sendo o material seminal totalmente suscet\u00edvel.<\/p>\n<p>Recentemente foi observada a import\u00e2ncia do bom manejo nutricional dos plantios, utilizando os micronutrientes boro e zinco na redu\u00e7\u00e3o da incid\u00eancia e severidade dos ataques do psil\u00eddeo branco.<\/p>\n<p>O Psil\u00eddeo branco \u00e9 um inseto que dependendo da situa\u00e7\u00e3o, pode trazer danos a cultura do cedro australiano. Uma grande popula\u00e7\u00e3o deste inseto no campo pode causar redu\u00e7\u00e3o do crescimento das plantas e aumento de brota\u00e7\u00f5es. Os materiais clonais de cedro australiano apresentam resist\u00eancia em diferentes n\u00edveis contra o psil\u00eddeo branco, sendo o material seminal totalmente suscet\u00edvel.[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1794&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][vc_column_text]\n<div id=\"id9_4\">\n<div id=\"id9_4_1\">\n<p class=\"p3 ft22\" style=\"text-align: center;\"><em>Casal de psil\u00eddeo adultos em c\u00f3pula.<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1796&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][vc_column_text]\n<div id=\"id9_4\">\n<div id=\"id9_4_1\">\n<p class=\"p98 ft57\" style=\"text-align: center;\"><em>Adulto (esquerda) e ninfa com cobertura\u00a0<\/em><em>branca (direita) de psil\u00eddeo branco lado a lado.<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1795&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][vc_column_text]\n<div id=\"id9_4\">\n<div id=\"id9_4_1\">\n<p class=\"p96 ft22\" style=\"text-align: center;\"><em>Aglomerado de psil\u00eddeos em parte tenra de uma muda de 6 meses.<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_single_image image=&#8221;1793&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][vc_column_text]\n<div id=\"id9_4\">\n<div id=\"id9_4_1\">\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Sintoma cl\u00e1ssico da presen\u00e7a do psil\u00eddeo: folhas encarquilhadas e com m\u00e1 forma\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]O mais indicado para estas situa\u00e7\u00f5es \u00e9 procurar o aux\u00edlio de um profissional qualificado para auxiliar no problema.<\/p>\n<p>As ninfas do psil\u00eddeo branco s\u00e3o facilmente reconhecidas pela secre\u00e7\u00e3o semelhante a uma espuma branca presente em seu dorso.<\/p>\n<p>O psil\u00eddeo ocorre principalmente no per\u00edodo de estiagem, entre mar\u00e7o e setembro.<\/p>\n<p>Existem muitos inimigos naturais para a praga, sendo os principais o bicho lixeiro, algumas esp\u00e9cies de percevejos e pequenas aranhas.[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<h3 class=\"vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl wpex-text-left\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block\">5.1. Estudos preliminares no controle do psil\u00eddeo branco<\/span><\/h3>[vc_empty_space][vc_column_text]Pesquisas realizadas em campo demonstraram as melhores formas de combate ao Psil\u00eddeo, inseto sugador comumente encontrado em plantios de cedro australiano. Tais estudos foram realizados no munic\u00edpio de Campo Belo, Minas Gerais, em plantas de 1 ano e meio de idade. Abaixo seguem considera\u00e7\u00f5es relevantes sobre estes estudos.[\/vc_column_text][vc_column_text]\n<table border=\"1px\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"144\"><strong>Subparcelamento<\/strong><\/td>\n<td width=\"150\"><strong>Dosagem (g\/planta)<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>B<\/td>\n<td>2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Zn<\/td>\n<td>2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>B+Zn<\/td>\n<td>(2,0+2,0) = 4,0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Testemunha<\/td>\n<td>&#8211;<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<h4 class=\"vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl wpex-text-left\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block\">5 . 1 . 1 . Pesquisa com micronutrientes no controle do psil\u00eddeo branco<\/span><\/h4>[vc_empty_space][vc_column_text]Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 aduba\u00e7\u00e3o com micronutrientes, foi poss\u00edvel observar diferen\u00e7a estat\u00edstica entre a testemunha e os tratamentos com Zn e B (Figura 3, Tabela 3) realizados em plantas de 1 ano e meio no munic\u00edpio de Campo Belo, MG. Menores incid\u00eancias do psil\u00eddeo foram observadas nas subparcelas com Zn, B e B+Zn, 12,4, 13,9 e 12,4 %, respectivamente, tendo a testemunha o maior \u00edndice (17,32 %), mostrando a import\u00e2ncia de uma adequada nutri\u00e7\u00e3o mineral das plantas de cedro.[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_column_text]\n<div id=\"id9_4\">\n<div id=\"id9_4_1\">\n<p class=\"p96 ft22\" style=\"text-align: center;\"><strong>Incid\u00eancia Psil\u00eddeo (%)<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n[\/vc_column_text][vc_single_image image=&#8221;1797&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][vc_column_text]\n<div id=\"id9_4\">\n<div id=\"id9_4_1\">\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 13px;\"><strong>Tratamentos<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><em>Incid\u00eancia m\u00e9dia em percentagem de Psil\u00eddeo na cultura de cedro australiano (Toona ciliata), nos diferentes subparcelamentos de aduba\u00e7\u00e3o. UFLA, Lavras, MG, safra 2010. M\u00e9dias seguidas das mesmas letras, n\u00e3o diferem estatisticamente entre si, ao n\u00edvel de 5% de probabilidade, pelo teste de Tukey.<\/em><\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243;][vc_column_text]\n<div id=\"id9_4\">\n<div id=\"id9_4_1\">\n<p class=\"p96 ft22\" style=\"text-align: center;\"><strong>Incid\u00eancia Psil\u00eddeo (%)<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n[\/vc_column_text][vc_single_image image=&#8221;1798&#8243; onclick=&#8221;link_image&#8221;][vc_column_text]\n<div id=\"id9_4\">\n<div id=\"id9_4_1\">\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 13px;\"><strong>Tratamentos<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><em>Incid\u00eancia m\u00e9dia (%), de Psil\u00eddeo na cultura do cedro australiano (Toonaciliata), nasdiferentes aplica\u00e7\u00f5es de defensivos. UFLA, Lavras, MG, safra 2011\/2012. M\u00e9dias seguidas das mesmas letras, n\u00e3o diferem estatisticamente entre si, ao n\u00edvel de 5% de probabilidade, pelo teste de Scott-Knott.<\/em><\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<h4 class=\"vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl wpex-text-left\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block\">5.1.2.Pesquisa com inseticidas no controle do psil\u00eddeo branco<\/span><\/h4>[vc_empty_space][vc_column_text]No controle do Psil\u00eddeo por pulveriza\u00e7\u00e3o de inseticidas em cedro australiano, no munic\u00edpio de Campo Belo em plantas de 1 ano e meio de idade, a menor incid\u00eancia do inseto nos fol\u00edolos foi constatada nos tratamentos com Imidaclopride, Triazof\u00f3s + Imidaclopride, Triazof\u00f3s + Imidacloprido + \u00d3leo Mineral, Deltametrina + Imidacloprido e Deltametrina + Imidacloprido + \u00d3leo Mineral (Tabela 1). A menor intensidade da praga foi observada no tratamento com Imidacloprido (11,75%).[\/vc_column_text][vc_column_text]\n<table border=\"1px\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"37\"><strong>Trat<\/strong><\/td>\n<td width=\"289\"><strong>Produtos<\/strong><\/td>\n<td width=\"200\"><strong>Dose<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>1<\/td>\n<td>\u00d3leo Mineral<\/td>\n<td>0,5 % na calda<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>2<\/td>\n<td>Triazof\u00f3s<\/td>\n<td>3 ml\/L<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>3<\/td>\n<td>Deltametrina<\/td>\n<td>2 ml\/L<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>4<\/td>\n<td>Imidacloprido<\/td>\n<td>0,4 g\/L<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>5<\/td>\n<td>Triazof\u00f3s + Imidacloprido<\/td>\n<td>3 ml\/L + 0,4 g\/L<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>6<\/td>\n<td>Triazof\u00f3s + Imidacloprido + \u00d3leo Mineral<\/td>\n<td>3 ml\/L + 0,4 g\/L + 0,5 % na calda<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>7<\/td>\n<td>Deltametrina + Imidacloprido<\/td>\n<td>2 ml\/L + 0,4 g\/L<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>8<\/td>\n<td>Deltametrina + Imidacloprido + \u00d3leo mineral<\/td>\n<td>2 ml\/L + 0,4 g\/L +<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>9<\/td>\n<td>Testemunha<\/td>\n<td>0,5 % na calda<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row el_id=&#8221;outras-consideracoes&#8221;][vc_column]<h2 class=\"vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl wpex-text-center\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block\">6. Outras Considera\u00e7\u00f5es<\/span><\/h2>[vc_empty_space][vc_column_text]Pode ser necess\u00e1rio efetuar poda leve de condu\u00e7\u00e3o de galhos em algumas plantas que bifurcarem, ou retirar brotos ladr\u00f5es na base de plantas. Esta opera\u00e7\u00e3o deve ser realizada com uma TESOURA DE PODA ap\u00f3s o in\u00edcio da estiagem. N\u00c3O DEVE ser realizada poda de folhas ou galhos nas plantas fora da situa\u00e7\u00e3o descrita, sob o risco de causar s\u00e9rios danos \u00e0s plantas cultivadas.<\/p>\n<p>A rigor, a opera\u00e7\u00e3o de desrama s\u00f3 dever\u00e1 ser iniciada quando as plantas atingirem a idade m\u00ednima de 16 meses, procedendo segundo norma t\u00e9cnica ABNT CEE 103 (projeto 103:000.00- 003\/01 &#8211; Florestas urbanas \u2013 Manejo de \u00e1rvores, arbustos e outras plantas lenhosas \u2013 Parte 1: Poda). Procure um profissional qualificado.[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row el_id=&#8221;aspectos-fundamentais-para-ter-sucesso-no-cultivo-do-cedro-australiano&#8221;][vc_column]<h2 class=\"vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl wpex-text-center\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block\">7.RESUMO: Aspectos fundamentais para ter sucesso no cultivo do cedro australiano<\/span><\/h2>[vc_empty_space][vc_column_text]\n<ul>\n<li class=\"p136 ft7\">N\u00e3o plante em solos\u00a0<span class=\"ft6\">\u00e1cidos, arenosos,\u00a0<\/span>pedregosos ou encharcados.<\/li>\n<li class=\"p138 ft7\">N\u00e3o plante em\u00a0<span class=\"ft6\">APPs\u00a0<\/span>.<\/li>\n<li class=\"p139 ft39\">N\u00e3o plante sem antes fazer\u00a0<span class=\"ft85\">an\u00e1lise f\u00edsico- qu\u00edmica\u00a0<\/span>do solo.<\/li>\n<li class=\"p140 ft39\">Inicie o\u00a0<span class=\"ft85\">combate \u00e0s formigas\u00a0<\/span>pelo menos 30 dias antes do plantio.<\/li>\n<li class=\"p141 ft85\"><span class=\"ft39\">Respeite a\u00a0<\/span>profundidade m\u00ednima de 40 cm\u00a0<span class=\"ft39\">para o sulco ou cova.<\/span><\/li>\n<li class=\"p136 ft7\">Use\u00a0<span class=\"ft6\">mudas de qualidade<\/span>, com boa proced\u00eancia.<\/li>\n<li class=\"p136 ft7\">Ao receber as mudas, irrig\u00e1-las imediatamente de forma abundante. Acomod\u00e1-las em viveiro de espera de forma que fiquem arejadas. N\u00e3o encanteire as mudas no ch\u00e3o.<\/li>\n<li>Esteja preparado para a necessidade de irrigar as mudas ap\u00f3s o plantio em caso de veranicos.<\/li>\n<li>N\u00e3o utilize glifosato em cultivo de Cedro Australiano. Prefira o controle de plantas invasoras de forma mec\u00e2nica.<\/li>\n<li>N\u00e3o use recomenda\u00e7\u00f5es de aduba\u00e7\u00e3o de outras culturas para o Cedro Australiano.<\/li>\n<li>Siga as orienta\u00e7\u00f5es de aduba\u00e7\u00e3o: calagem,\u00a0superfosfato simples, fosfato reativo, 20-00-20 e micronutrientes. Todos t\u00eam fundamental import\u00e2ncia no bom desenvolvimento da cultura.<\/li>\n<\/ul>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row el_id=&#8221;cronograma-de-atividades&#8221;][vc_column]<h2 class=\"vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl wpex-text-center\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block\">8. Cronograma de atividades (Minas Gerais)<\/span><\/h2>[vc_empty_space][vc_column_text]\n<table border=\"1\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"469\"><\/td>\n<td colspan=\"10\" width=\"640\"><strong>MESES<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"469\"><\/td>\n<td colspan=\"10\" width=\"640\">(As datas das opera\u00e7\u00f5es dependem do regime pluviom\u00e9trico de cada regi\u00e3o. Ajuste seu plantio para o per\u00edodo de chuvas)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"469\"><strong>ATIVIDADE<\/strong><\/td>\n<td width=\"64\"><strong>AGO<\/strong><\/td>\n<td width=\"64\"><strong>SET<\/strong><\/td>\n<td width=\"64\"><strong>OUT<\/strong><\/td>\n<td width=\"64\"><strong>NOV<\/strong><\/td>\n<td width=\"64\"><strong>DEZ<\/strong><\/td>\n<td width=\"64\"><strong>JAN<\/strong><\/td>\n<td width=\"64\"><strong>FEV<\/strong><\/td>\n<td width=\"64\"><strong>MAR<\/strong><\/td>\n<td width=\"64\"><strong>ABR<\/strong><\/td>\n<td width=\"64\"><strong>MAI<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"469\">Combater formigas<\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"469\">Fazer an\u00e1lise de solo<\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"469\">Ro\u00e7ada qu\u00edmica ou mec\u00e2nica para preparo do terreno<\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"469\">Calagem (em \u00e1rea total)<\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"469\">Sulcamento ou coveamento e aplica\u00e7\u00e3o de fosfato reativo<\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"469\">Aplica\u00e7\u00e3o de herbicida\u00a0pr\u00e9-emergente<\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"469\">Plantio e aduba\u00e7\u00e3o de plantio (super simples + fosfato reativo)<\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"469\">Aduba\u00e7\u00e3o de cobertura<\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"469\">Controle de plantas invasoras<\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"469\">Aduba\u00e7\u00e3o com micronutrientes (FTE)<\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"469\">Poda de condu\u00e7\u00e3o e remo\u00e7\u00e3o de brotos na base da planta (se necess\u00e1rio)<\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"469\">Construir aceiros<\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\"><\/td>\n<td width=\"64\">X<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row el_id=&#8221;fotografias-de-plantios-de-cedro-australiano-em-diferentes-idades&#8221;][vc_column]<h2 class=\"vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl wpex-text-center\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block\">9.FOTOGRAFIAS DE PLANTIOS DE CEDRO AUSTRALIANO EM DIFERENTES IDADES<\/span><\/h2>[vc_empty_space][vc_single_image image=&#8221;1753&#8243; alignment=&#8221;center&#8221; img_hover=&#8221;grow&#8221;][vc_empty_space][vc_single_image image=&#8221;1749&#8243; alignment=&#8221;center&#8221; img_hover=&#8221;grow&#8221;][vc_empty_space][vc_single_image image=&#8221;1751&#8243; alignment=&#8221;center&#8221; img_hover=&#8221;grow&#8221;][vc_empty_space][vc_single_image image=&#8221;1752&#8243; alignment=&#8221;center&#8221; img_hover=&#8221;grow&#8221;][vc_empty_space][vc_single_image image=&#8221;1748&#8243; alignment=&#8221;center&#8221; img_hover=&#8221;grow&#8221;][vc_empty_space][vc_single_image image=&#8221;1750&#8243; alignment=&#8221;center&#8221; img_hover=&#8221;grow&#8221;][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row el_id=&#8221;literatura-consultada&#8221;][vc_column]<h2 class=\"vcex-heading vcex-heading-plain vcex-module wpex-heading wpex-text-2xl wpex-text-center\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block\">10. Bibliografia<\/span><\/h2>[vc_empty_space][vc_column_text]\n<ul>\n<li>ALBINO, Vanessa Cristina do Sacramento et al. Avalia\u00e7\u00e3o das propriedades f\u00edsico-mec\u00e2nicas de pain\u00e9is comensados de Toona ciliata M. Roem. var. australis. Cerne, Lavras, v. 17, n. 1, p.103-108, 1 mar. 2011.<\/li>\n<li>ARES, Adrian; FOWNES, James H.. Productivity, nutrient and water-use eficiency of Eucalyptus saligna and Toona ciliata in Hawaii. Forest Ecology And Management, Honululu, n. 139, p.227-236, 2000.<\/li>\n<li>BENATTI, Bruno Peres et al. Crescimento do Cedro Australiano (Toona ciliata M. Roem var. australis) sob omiss\u00e3o de nutriente. XXIX Reuni\u00e3o Brasileira de Fertilidade do Solo e Nutri\u00e7\u00e3o de Plantas, Guarapari, n. , p.1-4, 17 set. 2010.<\/li>\n<li>BENATTI, Bruno Peres et al. Di\u00e2metro do colo de matrizes clonais de cedro australiano (Toona ciliata M. Roemer var australis) sob diferentes doses de fertilizantes. XXXIII Congresso Brasileiro de Ci\u00eancia do Solo: Solos nos biomas brasileiros: sustentabilidade e mudan\u00e7as clim\u00e1ticas., Uberl\u00e2ndia, n. , p.1- 3, 5 ago. 2011.<\/li>\n<li>BENATTI, Bruno Peres et al. Efeito da aplica\u00e7\u00e3o de calc\u00e1rio e gesso sobre o crescimento do cedro australiano. XXII Ciufla &#8211; Congresso de Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica da Ufla, Lavras, n. , p.1-1, 2009. Anual.<\/li>\n<li>BENATTI, Bruno Peres et al. Omiss\u00e3o de nutrientes e crescimento do cedro australiano. XXII Ciufla &#8211; Congresso de Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica da Ufla, Lavras, n. , p.1-1, 2009. Anual.<\/li>\n<li>BRAGA, Marilena De Melo. Crescimento e qualidade de mudas de cedro australiano (Toona ciliata M. Roem var. australis) em fun\u00e7\u00e3o da aplica\u00e7\u00e3o de calc\u00e1rio e enxofre. 2011. 81 f. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado) &#8211; Departamento de Dag, Ufla, Lavras, 2011.<\/li>\n<li>BYGRAVE, Fyfe; BYGRAVE, Patricia. Growing Australian Red Cedar and other Meliaceae species in plantation. Canberra: Rirdc\/land &amp; Water Australia\/fwprdc\/mdbc Joint Venture Agroforestry Program, 2005. 60 p. Publication number 04\/135.<\/li>\n<li>FASSIO, Pl\u00ednio de Oliveira et al. Sistema Agrossilvipastoril com Cedro Australiano para fomento na regi\u00e3o de Bambu\u00ed: Estudos Preliminares. II Semana de Ci\u00eancia e Tecnologia do IFMG do Campus Bambu\u00ed, Bambu\u00ed, n. , p.1-6, 23 out. 2009.<\/li>\n<li>FURTINI NETO, Ant\u00f4nio Eduardo et al. Produ\u00e7\u00e3o de mat\u00e9ria seca do Cedro Australiano (Toona ciliata M. Roem var. australis) utilizando a t\u00e9cnica do elemento faltante. XXIX Reuni\u00e3o Brasileira de Fertilidade do Solo e Nutri\u00e7\u00e3o de Plantas, Guarapari, n. , p.1-4, 17 set. 2010. Anual.<\/li>\n<li>GON\u00c7ALVES, Stella Vilas Boas. Ferramentas para a avalia\u00e7\u00e3o das propriedades da madeira em \u00e1rvores vivas de Toona ciliata (Roemer) e aplica\u00e7\u00f5es no melhoramento gen\u00e9tico. 2009. 61 f. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado) &#8211; Curso de Ci\u00eancia e Tecnologia da Madeira, Departamento de Def, Ufla, Lavras, 2009.<\/li>\n<li>M\u00dcLLER, Juliana Sialino et al. Sistemas agroflorestais com caf\u00e9 (Coffea arabica L.) e cedro-australiano (Toona ciliata M. Roem.<\/li>\n<li>var. australis (F. Muell.) Bahadur) na Zona da Mata de Minas Gerais: estudo de caso.Agrossilvicultura, Vi\u00e7osa, v. 1, n. 1, p.1- 11, 2004.<\/li>\n<li>NASSUR, Ot\u00e1vio Augusto Carvalho.Variabilidade das propriedades tecnol\u00f3gicas da madeira de Toona ciliata M. Roem com 18 anos de idade. 2010. 83 f. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado) &#8211; Curso de Ci\u00eancia e Tecnologia da Madeira, Departamento de Def, Ufla, Lavras, 2010.<\/li>\n<li>OLIVEIRA, Josimar Rodrigues; DUARTE, Neimar de Freitas; FASSIO, Pl\u00ednio de Oliveira. Avalia\u00e7\u00e3o de fitotoxicidade de herbicidas ao cedro australiano. I Jornada Cient\u00edfica e VI Fipa do Cefet Bambu\u00ed, Bambu\u00ed, n. , p.1-5, 2008.<\/li>\n<li>OLIVEIRA, Josimar Rodrigues; DUARTE, Neimar de Freitas; FASSIO, Pl\u00ednio de Oliveira. An\u00e1lise dos teores de clorofila e caroten\u00f3ides como indicadores de fitotoxicidade de herbicidas em Toona ciliata var. australis. I Jornada Cient\u00edfica e VI Fipa do Cefet Bambu\u00ed, Bambu\u00ed, n. , p.1-5, 2008.<\/li>\n<li>P\u00c1DUA, Eduane Jos\u00e9 De et al. Defici\u00eancia induzida de micronutrientes em mudas de cedro australiano. XXXIII Congresso Brasileiro de Ci\u00eancia do Solo: solos nos biomas brasileiros: sustentabilidade e mudan\u00e7as clim\u00e1ticas., Uberl\u00e2ndia, n. , p.1-4, 31 ago. 2011.<\/li>\n<li>P\u00c1DUA, Eduane Jos\u00e9 De et al. Efeito do boro, cobre, ferro, mangan\u00eas e zinco no crescimento de mudas de cedro australiano. XXXIII Congresso Brasileiro de Ci\u00eancia do Solo: solos nos biomas brasileiros: sustentabilidade e mudan\u00e7as clim\u00e1ticas., Uberl\u00e2ndia, n. , p.1-4, 5 ago. 2011.<\/li>\n<li>PAIVA, Yhasmin Gabriel et al. Zoneamento agroecol\u00f3gico de pequena escala para Toona ciliata, Eucayptus grandis e Eucalyptus urophilla na Bacia Hidrogr\u00e1fica do Rio Itapemirim \u2013 ES, utilizando dados SRTM. Anais XIII Simp\u00f3sio Brasileiro de Sensoriamento Remoto &#8211; Inpe, Florian\u00f3polis, n. , p.1785-1792, 26 abr. 2007.<\/li>\n<li>S\u00c1, V\u00e2nia A. de et al. Manufatura de pain\u00e9is cimento-madeira de cedro australiano (Toona ciliata M. Roem var. australis) de diferentes proced\u00eancias e idade. Scientia Forestalis, Piracicaba, v. 38, n. 88, p.559-566, dez. 2010.<\/li>\n<li>SILVA, Breno Viana Nascimento et al. Nutri\u00e7\u00e3o mineral de cedro australiano em fun\u00e7\u00e3o da aplica\u00e7\u00e3o de boro e zinco. XIX Congresso De P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o Da Ufla, Lavras, n. , p.s\/n-s\/n, 27 jan. 10. Anual. ISSN 2178-3969.<\/li>\n<li>SILVA, Jos\u00e9 Reinaldo Moreira da et al. Qualifica\u00e7\u00e3o da superf\u00edcie acabada em madeiras de Eucalyptus grandis W. Hill ex Maiden, Toona ciliata M. Roemer e Coffea arabica L. Cerne, Lavras, v. 16, n. 1, p.15-22, 1 jul. 2010.<\/li>\n<li>SORAGI, L\u00edvia de Castro. Qualidade de Superf\u00edcies usinadas em madeira de Toona ciliata M. Roem. 2009. 61 f. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado) &#8211; Curso de Ci\u00eancia e Tecnologia da Madeira, Departamento de Def, Ufla, Lavras, 2009.<\/li>\n<li>TRIANOSKI, Rosilani. Avalia\u00e7\u00e3o do potencial de esp\u00e9cies florestais alternativas, de r\u00e1pido crescimento, para produ\u00e7\u00e3o de pain\u00e9is de madeira aglomerada. 2010. 260 f. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado) &#8211; Curso de Engenharia Florestal, Departamento de Def, Universidade Federal do Paran\u00e1, Curitiba, 2010.<\/li>\n<li>VILELA, Erika Steinmetz. Orienta\u00e7\u00f5es para viveiro de espera de mudas . Bela Vista Florestal. Dispon\u00edvel em: &lt;www.belavistaflorestal.com.br\/imagens\/arquivos\/orientaco es_viveiro_espera.pdf&gt;. Acesso em: 17 out. 2011.<\/li>\n<\/ul>\n[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text] Autores: Erika Steinmetz Vilela \u2013 Eng. Agr\u00f4noma \u2013 Bela Vista Florestal Eduardo de Castro Stehling \u2013 Bi\u00f3logo &#8211; Bela Vista Florestal Agradecimentos: Prof. Ant\u00f4nio Eduardo Furtini Netto Prof. Edson Amp\u00e9lio Pozza Raquel Oliveira Batista [\/vc_column_text][vc_empty_space][vc_empty_space][vc_column_text] Para o plantio de mudas de sementes, procure pelas Recomenda\u00e7\u00f5es de plantio para cedro australiano &#8211; mudas seminais. 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